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Artigo RHQI – Mindset de Crescimento na Geração da Estabilidade

Artigo RHQI – Mariana Nogueira

O mundo VUCA nos garante a certeza da incerteza.

Para as organizações em que as estruturas hierárquicas possuem nos topos pessoas formadas no ambiente das restrições, pressionadas por resultados imediatos, o movimento das transformações é visto como elemento externo, algo além dos muros, lá na casa GOOGLE, UBER…

Este cenário configura um desafio e tanto para a transformação e adaptação das organizações não disruptivas, lindo de ouvir e missão para o RH 007 enfrentar.

Na era do engajamento, do propósito, da transparência, da abertura aos erros para a inovação, das tecnologias facilitando a rotina, da inclusão, a pauta das reuniões de cúpula continua sendo corte de custos para aumentar o lucro.

Até que ponto a visão de curto prazo para manutenção de resultados irá garantir a sobrevivência da organização? Apesar de não termos esta resposta em termos quantificáveis, parece uma receita de fracasso, não?

As organizações precisam se abrir, e o termo se abrir, entende-se que as pessoas que dirigem estas companhias precisam revisitar suas crenças, permitirem e incentivarem que o mindset de crescimento seja disseminado. Vamos botar mais ingredientes nessa cúpula aí!

O termo “growth mindset”, traduzido para o português como mindset de crescimento, foi criado pela professora e psicóloga Doutora Carol Dweck, da Universidade de Stanford, e significa ter a consciência para admitir o que você não sabe e manter viva a vontade de aprender.

Tão importante quanto à abertura que este mindset provoca para o constante aprendizado é sua aplicação voltada ao aprendizado coletivo com as outras organizações. Ou seja, se está funcionando em outros locais, em outras culturas, em outros contextos, a postura do corpo diretivo das organizações deveria ser pelo menos conhecer, ouvir para poder criticar.

O que encontramos hoje nas empresas tradicionais é um cenário mais conservador, perpetuando práticas de gestão dos anos 80 e esperando livros e teorias para suportar as novas ideias. Ora, se são novas, não estão nos papéis e escrituras de Harvard.

Na reportagem de capa ”Viva o erro” da Você RH do mês de agosto, foram publicados dados de investimento em inovação nas empresas dos Estados Unidos. Para cada 1 bilhão de dólares que as empresas americanas investem, cerca de 122 milhões são investidos em projetos duvidosos. Imagina o que um gestor financeiro sente ao ouvir isso aqui no Brasil, mais de 10% de desperdício, vamos cortar.

Na mesma matéria vimos que 71% dos jovens planejam deixar a empresa para a qual trabalham nos próximos 2 anos. Se em um país desenvolvido onde há investimento em pesquisa e inovação 71% da massa da nova geração já está descontente no mercado de trabalho, imagine o cenário de países em desenvolvimento.

Se vendessem mindsets em pílulas nosso trabalho como recursos humanos seria mais fácil, como ainda precisamos trabalhar pelo convencimento, ressignificando crenças te convido a comentar o que a sua empresa tem feito para acompanhar os avanços tecnológicos, mudanças na legislação, pressão por políticas de gestão flexíveis, novos pacotes de benefícios, sistemas de avaliações e feedbacks para que possamos trocar ideias e nos apoiar na missão Mindset de Crescimento na Geração da Estabilidade.

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