Artigo RHQI – RH x Mudança de Era

RH x Mudança de Era – Texto Juliana Lins – Membro RHQI

Há  3 anos atrás ouvi pela primeira vez que não estamos passando por uma era de mudança, e sim uma mudança de era. Essa mudança no cenário global, vinha acompanhado surgimento de novas tecnologias, como a automação, inteligência artificial, biotecnologia e própria conectividade em si, trazendo a extinção de profissões cujas atividades podem ser facilmente realizadas pelas máquinas, com maior precisão, rapidez e lógica, tais como: call center, atendimento bancário, entre outros, fazendo com que o mercado, passasse a exigir outro perfil de profissional.

Dentro desse cenário, as profissões que não serão extintas, serão exatamente aquelas que necessariamente dependem de interações humanas para serem realizadas. Neste contexto, para o mercado de trabalho, o profissional para ter destaque, ou melhor, para que ele sobreviva nessa nova era, terá que ter competências mais voltadas para o ser humano, tais como: flexibilidade, inteligência emocional, empatia, agilidade na tomada de decisões, autoconhecimento, criatividade.

Diante deste novo contexto de mudança de era e perfil profissional me fiz a  reflexão: Qual seria o papel do RH nessa Mudança de Era?
Na minha concepção,  hoje o papel do RH dentro das organizações/ instituições tem um caráter estratégico, pela nossa essência, que é gerir as relações humanas dentro das organizações, realizando o mapeamento das competências dos profissionais, identificando a existência dessas competências dentro da própria organização e realizando um trabalho de aprimoramento e disseminação dessas competências, com a finalidade de garantir a sustentabilidade das organizações, comportando-se também como um agente facilitador na adequações dos perfis de profissionais da empresa aos novos cenários de Mundo. Essa Mudança de Era trouxe consigo um mundo complexo onde tudo muda o tempo todo e tudo é realizado ao mesmo tempo. Precisamos enquanto profissionais do RH prepararmos as pessoas/profissionais e capacitá-los para as necessidades que o mercado hoje precisa, precisamos ser agentes facilitadores desse processo.

Pensar no RH como sendo estratégico dentro das organizações, reforça cuidado com as competências humanas e prepara não só os profissionais como também as próprias organizações para esse Mundo Complexo que hoje vivemos.

 

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