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Você está preparado para ser capitão?

Estamos há poucos dias do início da copa do mundo da Rússia e, por isso, um dos assuntos mais comentados no Brasil passa a ser o futebol.

A expectativa do hexa, quais são as condições físicas do nosso craque, quem será o destaque da copa, quem será o primeiro capitão do Brasil na copa são alguns dos assuntos mais comentados nas mesas de bar, entre colegas de trabalho e entre os comentaristas esportivos. Mas será que podemos trazer um pouco desses conceitos, dessas conversas, para o ambiente corporativo?

Desde que assumiu o comando técnico da seleção brasileira, Tite, instituiu um sistema de rodízio entre os jogadores para que eles assumissem a braçadeira de capitão. De início, muitos pensaram que esa ação se dava para poupar Neymar que havia dito que não voltaria a ser capitão depois de algumas confusões e críticas como último capitão “fixo” da seleção. Pouco tempo depois, descobrimos a real razão por trás dessa decisão: em coletiva de imprensa em 2017 Tite explicou que “o objetivo da troca de capitania é mostrar que todos têm uma responsabilidade sobre a performance do grupo. Todos vencem, esta é a grande marca de uma equipe”.

Como tudo isso se relacionada com o mundo corporativo?

O que o Tite, de verdade, está fazendo com a equipe é dividir a responsabilidade entre todos os seus membros. A seleção brasileira não pode depender só do Neymar, assim como as equipes de uma empresa ou projeto não podem depender somente de uma ou duas pessoas específicas. Tite, na verdade, incentiva todos os jogadores da seleção a assumirem uma postura protagonista em relação aos seus papéis dentro do time. O que ele quer quer é que todos os jogadores entendam o impacto que seu trabalho tem no resultado final de uma partida.

De nada adianta o time achar que o Neymar tem que fazer gol se a defesa não é consistente o suficiente para parar o adversário, se o meio campo não consegue garantir a posse de bola e começar a construção das jogadas, se os laterais não conseguem dar a profundidade e velocidade necessarias para que os atacantes brilhem. Futebol é um jogo de equipe, assim como todo projeto empresarial.

Com o mercado cada vez mais rápido e mais exigente, nós acabamos tendo que trabalhar em diversos projetos simultaneamente. É impossível entregarmos um tabalho de qualidade se não formos capazes de contar com a nossa equipe.

É importante que passemos a perceber qual o nosso papel em cada projeto, em que posição nós estamos atuando para que possamos assumir essa responsabilidade e entregar o nosso melhor.

Se Neymar é a estrela do nosso ataque, alguém precisa ser a estrela da nossa defesa, do nosso meio de campo, da nossa lateral. E você, em posição você joga? Você está preparado para ser o capitão, o protagonista, da sua carreira? O que você está fazendo para ser a estrela da sua posição?

 

 

Texto por: Flávia Pereira

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